esse Rio

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 7:33 pm on Domingo, Novembro 30, 2008

Passar o domingo em Santa Teresa é sempre um convite à poesia.

“Pouca coisa é tão gostosa quanto um passeio por Santa Teresa em manhã primaveril, quando os raios de sol, dourados e vagabundos, pintam de ouro o chão de paralelepípedos desgastados pelo tempo. Muito bom também é estar em Santa Teresa num fim de tarde, quando a luz do dia vai esmaecendo e se rendendo à inevitável chegada da noite. Nessa hora, bebericando num dos famosos bares, é possível olhar o Rio lá de cima, desse jardim. Então, de um privilegiado camarote, vê-se a cidade - qual dama que se enfeita para a festa - vestir seu traje de luzes.”

Recomendo

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 11:56 am on Quarta-feira, Novembro 26, 2008

O filme Vicky Cristina Barcelona é uma delícia, principalmente, num fim de tarde de uma terça chuvosa…

Depois que comecei a estudar espanhol, escutar os cômicos diálogos do filme na língua me faz ter ainda mais vontade de viajar pela Espanha.

Viajar é preciso.

cantar a dor

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 9:42 am on Terça-feira, Novembro 18, 2008

na voz de billie holiday: “as árvores do Sul carregam um fruto estranho. sangue nas folhas e sangue na raiz. um corpo negro balançando na brisa do Sul. estranho fruto pendendo do alto de um álamo…”.

essa música me lembra a leitura de O sol é para todos.

rápido demais

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 5:28 pm on Segunda-feira, Novembro 17, 2008

E como tudo muda tão rápido nessa vida, até o temporal de há pouco virou raio de sol.

Ontem na praia conversando com um colega colombiano tive a sensação de que eu devo mesmo ter nascido numa época errada.

“não sei amar com a metade do coração”(Rachel de Queiroz)

e nem desamar.

água

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 5:08 pm on Segunda-feira, Novembro 17, 2008

Quem já passou por um temporal no Rio sabe o que é ver o mundo desabando em água. Estava a duas quadras da minha casa quando tudo começou e quase não consigo chegar. E quando chego sinto uma mistura de alívio por estar protegida com um mal-estar em imaginar tanta gente desabrigada. Em plena segunda-feira…

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