fim de ano

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 9:11 am on Sexta-feira, Dezembro 19, 2008

Estou saindo de recesso de final de ano. Vai ser muito gostoso estar com as pessoas que eu amo, sentir a brisa do nordeste, ver o pôr-do-sol mais lindo. Deixar tudo o que não foi bom em 2008 para trás e levar comigo só o que valeu a pena.

E ficarei com saudades do Rio.

li por aí

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 8:22 pm on Domingo, Dezembro 14, 2008

Um texto bonito que li por aí.

“O amor nem sempre chega em papel cor-de-rosa ou com pequenos corações vermelhos. Nem sempre chega num arranjo perfeito de orquídeas. O amor chega, às vezes, em embalagens surpreendentes. O amor - amor real - chega talvez na varanda da sua vida de um modo inesperado ou que você não consegue reconhecer de imediato. Precisa ter olhos abertos para vê-lo… e recebê-lo. Ele pode vir numa lágrima de um pai, geralmente reservada. Ou no abraço espontâneo e desajeitado de um filho adolescente. Ou no desenho de uma menininha feito só pra você. Ou na disposição silenciosa de um amigo de colocar seu ombro sob o peso excessivo que você carrega. Ou na cruz solitária, coberta de sangue, numa sexta-feira sombria em algum lugar fora das portas da cidade. O amor nem sempre parece com o que você espera que pareça.”
 

sins, sons

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 9:24 pm on Sexta-feira, Dezembro 12, 2008

Eu adoro descobrir sons interessantes. Navegando pela net, fiquei encantada com a mistura sonora da beirut band.(www.beirutband.com).

“A vida é o que acontece quando estamos distraídos”.

doce novembro, doce dezembro

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 6:51 pm on Sábado, Dezembro 6, 2008

É assim que tem sido o finalzinho de 2008, doce.

Começar

Arquivado em: Uncategorized — Rachel at 7:39 pm on Segunda-feira, Dezembro 1, 2008

“[…]O final pode ser um alívio ou uma enorme dor, mas o começo traz uma promessa, um desafio, um cheiro novo, um brilho no olho, ah, vá lá, uma esperança. A gente passa a vida toda começando, não acabando.

Começar implica, sempre, uma renúncia. Você escolhe começar uma coisa, em detrimento de todas as outras – todo o tempo.

Nós começamos porque nos encantamos, porque nos assustamos, porque cremos, porque não podemos acreditar, porque entendemos, porque precisamos entender.

Nós começamos para provocar, para apaziguar, para dizer as verdades universais e para mentir descaradamente, para desmentir, para perdoar, para encontrar culpados, para prender, para livrar, para aliviar, para iluminar, para mostrar, para mistificar, para acalmar e para agitar, para consolar, para cair de amor, para impedir, para permitir, para fundar, para destruir, para nos defender e, ahá, para atacar, para chorar e para parar de chorar, para encontrar, para ouvir, para esconder, para desligar, para voar, para despir, para rir.

Nós começamos por raiva, por medo, por necessidade, por pudor.

Nós começamos para que tudo mude, para que a vida continue como está, porque queremos algo, porque sentimos tanto, porque queremos tudo, porque não temos nada.

[…]

Ainda estamos no começo.

Temos todo o tempo do mundo”

Fal Azevedo

 
printers
printers Counter