Foi bem isso que senti quando voltava do cinema depois de assistir Paris.
“ Ninguém abra a sua porta
para ver o que aconteceu
saímos de braços dado
a noite escura e eu” (Cecília Meireles)
Foi bem isso que senti quando voltava do cinema depois de assistir Paris.
“ Ninguém abra a sua porta
para ver o que aconteceu
saímos de braços dado
a noite escura e eu” (Cecília Meireles)
Estávamos um pouco ansiosas no dia. Esse dia sempre foi um dos sonhos dela. E eu tava no banco das madrinhas, que emoção. Quando ela entrou com toda a sua elegância peculiar, com o sorriso tão iluminado, meu coração encheu de alegria e um filminho passou na minha cabeça. Estamos separadas pela distância, mas nossa amizade é linda e forte e suave. Cada passo da minha vida, elas estão comigo. Foi um maravilhoso reencontro.
Existe algo no sofrimento que nos solidariza com o próximo, mesmo os mais distantes. Sabemos e sentimos a dor do outro. Somos iguais e diferentes. Somos mais fortes juntos. É na nossa fragilidade que encontramos nossa fortaleza. Somos melhores agora, é verdade.